quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Acerte na escolha do médico-veterinário


Um bom profissional promove saúde e bem-estar de toda a família, pois todos que convivem com o animalzinho são influenciados pelo seu estado



Corridas, brincadeiras, saúde plena e vida longa é o que todo mundo deseja para seu pet. Mas por trás de um animal saudável e bem cuidado sempre existe um (a) grande doutor (a).
É muito bom poder contar sempre com um profissional que garanta a felicidade do nosso pet.
Aproveitando o Dia do Médico-Veterinário, celebrado neste domingo (9), vamos apontar critérios para a escolha deste profissional.

Escolher bons profissionais de saúde animal é tarefa muito séria e complexa. O principal aspecto a ser observado é sua formação. Hoje em dia já há especialização para todas as espécies de animais e problemas. Esse tipo de formação implica em uma maior qualificação dos profissionais.

Um bom veterinário poupa sofrimento e dinheiro, pois ele diagnostica melhor, evitando tratamentos desnecessários.

Confira algumas dicas importantes antes de escolher um veterinário:

• Verificar a disponibilidade em casos de emergência. Mesmo que o consultório não atenda 24 horas, vale uma indicação de um bom hospital veterinário;
• Prestar atenção à regularização do consultório. A clínica veterinária deve ser registrada no CRMV (Conselho Regional de Medicina) e na Anvisa, além de possuir um responsável técnico;
• Procurar uma clínica veterinária perto do local onde mora. Trânsito, calor e agitação podem piorar o estado físico e também psicológico do animal;
• Observar as condições de higiene do local;
• Na explicação do profissional, atentar quanto aos conhecimentos e se consegue definir claramente o que está acontecendo com o pet.

Não podemos deixar de parabenizar a Dra. Melissa Dias, que cuida dos cães do Abrigo Bom pra Cachorro com muito amor e dedicação.  “Trabalhar com cães e gatos é muito gratificante, atendo eles como membros da família. Para mim, ser veterinário não é só cuidar de animais é, sobretudo, amá-los”, conta Dra. Melissa, que é médica-veterinária de pequenos animais há 10 anos.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Agosto, mês do cachorro louco




Expressão ficou conhecida por surtos de raiva em animais neste período, mas hoje em dia a doença é considerada controlada


No passado, convencionou-se chamar agosto como "o mês do cachorro louco", porque nessa época ocorriam os cios das cadelas, havendo maior aglomeração dos animais para o acasalamento, e consequentes agressões entre os cães e transmissão da raiva.

Hoje em dia a raiva é considerada uma doença controlada, mas o mês ficou registrado como período para vacinação dos animais. O animal dever ser vacinado anualmente, de acordo com o calendário de vacinas. Quem ainda não vacinou neste ano, vale aproveitar essa época para deixar seu cão vacinado.

A forma mais comum de transmissão da raiva é contato com saliva de animais doentes, através de mordeduras, arranhões ou lambeduras em pele lesada ou mucosa. “A fonte de infecção é o animal infectado pelo vírus da raiva. Em espaços urbanos, o principal transmissor é o cão, seguido do gato. Em espaços rurais é o morcego”, explica a médica veterinária Wanessa Maia.

Independentemente do diagnóstico, a doença é de difícil tratamento pela dificuldade de intervenção médica rápida e a morte é inevitável. “A dica é sempre prevenir para mantermos esse estado de controle, pois a qualquer momento isso pode ser alterado e passamos para uma situação epidêmica desfavorável”, recomenda Wanessa.

Além disso, outro agravante é que a raiva é uma doença que pode ser transmitida ao homem. “Essa é uma questão muito séria, pois a raiva também progride rapidamente no organismo humano e a chance de cura é mínima”, alerta a veterinária.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Dicas para acertar na escolha do melhor local para deixar seu pet nas férias


Quem tem um bichinho de estimação sabe que não é em toda viagem que ele pode ir junto



Férias marcadas, viagem planejada, família toda empolgada. O que fazer com o pet quando não dá para levar no passeio? Deixar em casa sozinho, com algum conhecido ou optar por um hotel para animais?
Confira vantagens de cada uma das opções e o que levar em conta na hora de escolher o destino do seu animalzinho durante as suas férias.

Deixar o pet em casa
Essa opção só é válida para passeios extremamente curtos, ou o animal poderá sentir demais a falta do dono, podendo inclusive adoecer. Se esta for a alternativa, o proprietário deve se certificar de que há ração e água suficiente para a nutrição do pet durante o tempo que estiver fora. É possível também pedir para algum amigo passar diariamente na casa para alimentar, cuidar da higiene do animal e verificar se está tudo bem com ele.
A vantagem de o bichinho ficar em casa é que não haverá problema relacionado ao estranhamento do local; a desvantagem, por outro lado, é que o pet pode sentir ainda mais a falta do dono.

Deixar na casa de um amigo
O animal pode estranhar o local diferente. Uma boa forma para contornar o problema é levar alguns pertences do pet para esse abrigo temporário.
O proprietário deve informar ao cuidador do animal sobre as rotinas dele. Quantidade de ração consumida diariamente, hábitos de higiene e o contato do veterinário são alguns tópicos que devem ser informados.
Caso haja mais animais na casa, avaliar se o seu pet poderá ter algum problema de convívio com os outros bichos. Uma opção é levar o bichinho uns dias antes para ir acostumando os animais uns com os outros.

Hospedar em um hotel para animais
Esta pode ser uma boa opção, mas requer cuidados especiais na hora de escolher o estabelecimento em que o animal de estimação vai ficar hospedado. É imprescindível uma visita presencial para conhecer o hotel para se certificar das condições do local, conhecer o ambiente em que o pet irá ficar, qual ração que é fornecida, as atividades praticadas, a segurança do hotel, e se existe um veterinário responsável ou uma clínica que possa prestar algum tipo de suporte, caso necessário.

O reencontro é um momento de alegria e de atenção
Na hora de buscar o pet, além de matar a saudade, é preciso verificar se ele se encontra nas mesmas condições em que foi deixado no estabelecimento.
E depois de escolhido o local em que o pet ficará, é só preparar as malas e boas férias!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Oi! Eu sou o Medroso!




Me deram esse nome porque eu vivi muito tempo na rua. E viver sozinho e abandonado é bem difícil.

Passei por momentos bem tristes e por muitos maus tratos. 

Mas o Abrigo Bom para Cachorro me encontrou! E agora eles cuidam de mim, me dão tudo o que eu preciso e estão me ajudando a encontrar um lar!

Imagina que delícia! Morar numa casa de verdade, com um dono bem especial, que cuide de mim e me ame de volta! Estou esperando esse momento ansioso! 

Tenho muito amor e carinho pra dividir e sei que posso ser um ótimo cãopanheiro! Sei que logo vou encontrar esse alguém que precisa de mim tanto quanto eu preciso dele!