Durante essa semana iremos apresentar dicas para manter sua casa segura e evitar uma visita de emergência ao veterinário.
Acompanhe!
segunda-feira, 25 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Cuidados com os pets na praia
É comum observar na praia muitos tutores desrespeitando os alertas proibindo animais de estimação na praia. Com apenas uma voltinha, eles colocam em risco a saúde dos veranistas e a saúde do animal.
Os principais riscos causados aos humanos são as doenças transmitidas através do contato com a areia da praia. “Os casos mais comuns são micoses de pele, bicho geográfico e parasitas de intestino. A incidência é maior em crianças, pois elas ficam mais tempo em contato com a areia", alerta Dra. Melissa Dias, veterinária que cuida dos animais do Abrigo Bom pra Cachorro. A prevenção das doenças parasitárias é simples, basta fazer o controle parasitário do pet, não deixá-los defecar na praia ou recolher os dejetos, caso ocorra.
As doenças citadas também acometem cães, além dos males que esse tipo de ambiente provoca. Um dos fatores mais preocupantes é a dirofilariose, doença parasitária transmitida por mosquitos. "Esse verme se aloja no coração e artérias pulmonares do animal, podendo, em casos extremos, provocar a morte. Além disso, pode ser transmitida a humanos, alojando-se no pulmão", explica.
Sintomas Os sinais são variáveis conforme a fase da doença. Em fases precoces desenvolve-se tosse, apatia e intolerância ao exercício. Alguns animais também sangram pelo nariz devido à deficiente coagulação a nível pulmonar. À medida que a doença progride desenvolve-se maior cansaço, dificuldades respiratórias, tosse crônica, desmaios e até mesmo morte súbita.
Diagnóstico Com uma pequena quantidade de sangue é possível realizar um diagnóstico confiável. No entanto, é sempre aconselhável que estes cães sejam examinados detalhadamente e que seja realizado um exame cardíaco completo para avaliação.
Tratamento O tratamento pode envolver muitas complicações e efeitos secundários. Mesmo com todos os cuidados, a eliminação dos vermes adultos envolve riscos elevados para o animal.
Prevenção: Existem no mercado alguns produtos específicos para a prevenção desta doença. Esse tipo de prevenção normalmente é mensal, podendo ser administrada o ano todo ou apenas nos meses mais quentes.
“Nunca é demais realçar que a prevenção é essencial para evitar que o animal sofra as consequências por vezes devastadoras desta doença”, finaliza Melissa.
Os principais riscos causados aos humanos são as doenças transmitidas através do contato com a areia da praia. “Os casos mais comuns são micoses de pele, bicho geográfico e parasitas de intestino. A incidência é maior em crianças, pois elas ficam mais tempo em contato com a areia", alerta Dra. Melissa Dias, veterinária que cuida dos animais do Abrigo Bom pra Cachorro. A prevenção das doenças parasitárias é simples, basta fazer o controle parasitário do pet, não deixá-los defecar na praia ou recolher os dejetos, caso ocorra.
As doenças citadas também acometem cães, além dos males que esse tipo de ambiente provoca. Um dos fatores mais preocupantes é a dirofilariose, doença parasitária transmitida por mosquitos. "Esse verme se aloja no coração e artérias pulmonares do animal, podendo, em casos extremos, provocar a morte. Além disso, pode ser transmitida a humanos, alojando-se no pulmão", explica.
Sintomas Os sinais são variáveis conforme a fase da doença. Em fases precoces desenvolve-se tosse, apatia e intolerância ao exercício. Alguns animais também sangram pelo nariz devido à deficiente coagulação a nível pulmonar. À medida que a doença progride desenvolve-se maior cansaço, dificuldades respiratórias, tosse crônica, desmaios e até mesmo morte súbita.
Diagnóstico Com uma pequena quantidade de sangue é possível realizar um diagnóstico confiável. No entanto, é sempre aconselhável que estes cães sejam examinados detalhadamente e que seja realizado um exame cardíaco completo para avaliação.
Tratamento O tratamento pode envolver muitas complicações e efeitos secundários. Mesmo com todos os cuidados, a eliminação dos vermes adultos envolve riscos elevados para o animal.
Prevenção: Existem no mercado alguns produtos específicos para a prevenção desta doença. Esse tipo de prevenção normalmente é mensal, podendo ser administrada o ano todo ou apenas nos meses mais quentes.
“Nunca é demais realçar que a prevenção é essencial para evitar que o animal sofra as consequências por vezes devastadoras desta doença”, finaliza Melissa.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Durante as festas de final de ano fique de olho no seu pet
O final do ano está aí e essa é uma época que se deve ficar
de olho no seu pet. Brinquedos, petiscos e enfeites de Natal, como as bolas
coloridas e piscas-piscas, podem ser um perigo para o seu animalzinho. Para aproveitar
as festas com muitas risadas, é preciso tomar alguns cuidados especiais em
casa.
Donos de animais de estimação devem estar cientes de que, ocasionalmente, petiscos e brinquedos podem causar asfixia ou obstrução em seus pets. Petiscos que são feitos de couro cru, palitinhos e ossinhos, por exemplo, podem se tornar muito escorregadios quando em pedaços úmidos e maiores. “Eles podem alojar-se na parte de trás da boca do animal ou da garganta, provocando engasgos, asfixia, e até a morte. Ao morder alguns brinquedos, os pedaços quebrados também podem ficar alojados nas vias aéreas de seu animal de estimação ou do trato gastrointestinal”, alerta a Dra. Melissa Dias, veterinária que cuida dos animais do nosso Abrigo Bom pra Cachorro.
Um outro perigo a ser considerado é o pisca-pisca. Os cães tendem a roer tudo que encontram pela frente e esse tipo de adorno pode eletrocutar. “Já vi casos de pets eletrocutados e também casos em que comeram enfeites da árvore de Natal“, comenta a veterinária. É de suma importância deixar a árvore de Natal em um lugar que o bichinho não alcance de jeito nenhum.
Outro cuidado importante é em relação à ceia. No período de festas de final de ano aumenta a quantidade de animais intoxicados por comerem algo que não estão acostumados. “A dica é evitar oferecer restos de comidas natalinas aos pets. Todo ano temos casos de cães intoxicados apresentando vômitos e diarreia”, conta Melissa.
Quanto à noite de réveillon, a dica é estar perto do seu cãozinho. Eles ficam assustados com o barulho dos fogos de artifício e chegam a tremer muito de medo. “Uma opção é colocar algodão no ouvido do pet para abafar o barulho, além de dar muito carinho a ele para que possa se acalmar aos poucos”, indica a veterinária.
No momento dos fogos, os animais devem ficar dentro de casa,
para não se sentirem ameaçados. “É importante destacar que animais portadores
de doenças crônicas, como insuficiência cardíaca e epilepsia, necessitam de mais
atenção, pois o estresse pode desencadear crises”, explica Melissa. Não podemos
esquecer os riscos de acidentes por tentativa de pular muro, que podem resultar
em feridas traumáticas por ficarem presos às grades ou até mesmo atropelamentos.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Cuide das patinhas do seu cãopanheiro
Você já andou descalço no asfalto quente em dias de
verão? Percebeu o que acontece? O cão é extremamente solícito e fiel, se
convidá-lo para um passeio, mesmo nos horários mais quentes do dia, ele irá. Os
efeitos da solidariedade canina serão notados no dia seguinte.
O clima quente representa muitos perigos aos cães. A maioria
dos proprietários sabe que eles podem sofrer insolação, ter hipertermia e
queimaduras solares, mas muitos ignoram as queimaduras nas “almofadinhas” das
patas. Um simples passeio pode causar sérios ferimentos e queimaduras nas
almofadas das patas (coxins).
É muito importante ressaltar que estes tipos de ferimentos
são difíceis de tratar. “Cortes, queimaduras, bolhas, feridas e descolamento da
pele dos coxins são predispostos a infecções. Outro fator preocupante é a lenta
cicatrização, devido à constante pressão colocada na pata quando o cão anda ou
simplesmente fica em pé”, alerta Melissa Dias, veterinária do Abrigo Bom pra
Cachorro.
SINTOMAS DE LESÕES NOS COXINS (ALMOFADINHAS):
·
Dor local, levando o cão a mancar,
principalmente em passeios e pisos mais ásperos;
·
Evitar de colocar as patas no chão;
·
Lamber constantemente as patas;
·
Evitar o toque nas patinhas;
·
Sangramento local;
·
Presença de bolhas, descolamento da pele dos
coxins e muita dor local.
Ao notar algum desses sintomas leve seu cão ao veterinário
de sua confiança. Cuide do seu melhor amigo.
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